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Opiniãohá 3 semanas
Richard Carapaz (EF Education-EasyPost) durante a 21.ª etapa do Tour de France 2026 em Paris. (Foto: Jean Catuffe/Getty Images)
Alasdair Fotheringham / Jean Catuffe / Getty Images
Carapaz segue para a Vuelta a España 2026 não para vencer, mas para lutar — e a diferença entre estas duas coisas já diz muito sobre o ciclista em que se tornou. A EF Education-EasyPost perdeu tantos elementos por lesão que nem consegue montar um staff de GC completo.
Três companheiros após cirurgia no joelho, mais dois ausentes por outras razões — e Carapaz fica como o único líder de Grande Volta que a equipa consegue alinhar. «We wanted to go for the general classification, but we don't have a strong team because of the many injuries; a lot of teammates are recovering» — disse ele à Primicias. Em vez de uma aposta na classificação, a equipa considera o mesmo modelo que no Tour de France 2026: liberdade para atacar, perseguir prémios de montanha, ganhar etapas. Na Vuelta com 58 000 metros de desnível e finais como a Sierra de la Pandera — isto não é um prémio de consolação, é uma escolha diferente sobre como vencer a corrida nos seus próprios termos.

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