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Opiniãohá 3 horas
Dylan Groenewegen sofreu uma distensão muscular nas costelas após ser atropelado por um motociclista durante um treino perto de Uithoorn. O GP Fourmies é o menor dos problemas — para um velocista, uma lesão nas costelas é uma ameaça maior do que um osso partido, porque é a explosividade do core que o coloca à frente do pelotão aos 300 metros, não apenas as pernas.
Groenewegen diz que ainda consegue andar de Rose bike apesar da dor, mas não consegue precisar o que a lesão significa para as suas próximas corridas. Estava a construir o seu melhor período de final de época desde que se juntou à Unibet Rose Rockets, com quatro vitórias incluindo a Ronde van Brugge. O que se destaca no seu relato não é a dor — é a linha que escolheu para se descrever: «Felizmente, escapei sem lesões mais graves e sinto-me afortunado por as consequências não terem sido piores.»

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