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Continuação: O director desportivo da Red Bull-Bora-Hansgrohe acaba de conceder as subidas a…
OpiniãoVueltaanteontem
Enric Mas (Movistar) durante a primeira etapa da Vuelta a España 2026, um contrarrelógio individual de 9,4 km entre Mónaco e Mónaco. (Foto de Miguel MEDINA / AFP via Getty Images)
Owen Rogers
Enric Mas terminou segundo na Vuelta a España três vezes e nunca a venceu. Desta vez conquistou a etapa no Alto de Aitana no mesmo dia em que vestiu a camisola vermelha — a sua primeira vitória de etapa numa Grande Volta em oito anos — e não parou de atacar desde então.
O padrão que definiu a carreira de Mas foi a proximidade sem conversão: pódios, não vitórias. A etapa 9 quebrou esse ciclo no dia exato em que herdou a camisola de Tadej Pogačar, e desde aí seguiu-se um ataque em solitário na etapa 12 de Calar Alto e mais tempo ganho na etapa 14 da Sierra de la Pandera. A história diz que o líder que nunca fechou as brechas acaba por ceder; Mas passou duas semanas a tornar essa história irrelevante.

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