Opiniãohá 2 semanas
O júri da UCI não tinha obrigação de preservar os pontos de sprint conquistados a 45 km de uma meta que nunca chegou — e nenhuma declaração de corredor publicada contesta efetivamente essa lógica. O enquadramento de «corredores perplexos» é mais difícil de verificar do que a própria decisão.
Os 20 pontos de sprint intermédio de Hayter em Villefranche-de-Conflent foram reais, conquistados em boas condições bem antes de a chuva e os relâmpagos atingirem o Col de Mont-Louis. Mas a decisão do júri de anular todos os resultados intermédios numa etapa cancelada segue a regulamentação padrão de corrida — e o diretor desportivo da Visma | Lease a Bike, Maarten Wynants, chamou publicamente ao cancelamento «uma boa decisão dos corredores e da organização», sem vozes dissidentes do pelotão sobre a decisão de segurança. O que nenhuma fonte publicada produziu é uma declaração de Hayter ou Wenzel que efetivamente conteste a lógica do júri. A frustração é fácil de inferir; a confusão, até agora, não está registada.
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