Opiniãohá 4 semanas

Uma alegada proibição de dez anos da UCI a um treinador por humilhação, intimidação e infantilização numa equipa feminina não encontra correspondência em nenhum registo disciplinar verificável da UCI. O caso mais próximo em arquivo é Marc Bracke, suspenso por três anos em 2021 por assédio sexual na Doltcini-Van Eyck — um caso real, com duração diferente e acusação diferente.
Se uma proibição de dez anos existisse por essas acusações específicas, seria a sanção mais longa e mais explícita por abuso psicológico que a UCI já emitiu contra um treinador numa equipa feminina — digna de ser reportada com precisão, não de forma vaga. Em vez disso, o único precedente comparável encontrado é a suspensão de três anos de Bracke, que foi por assédio sexual, não pelo padrão descrito aqui. Os números e as acusações não se arredondam nem se fundem. Até que a própria decisão da UCI nomeie o treinador, a equipa e os dez anos, isto permanece não confirmado.
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