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Continuação: Julian Alaphilippe abandonou o ciclismo profissional no topo da Alpe d'Huez — n…
Opiniãohá 2 semanas
Julian Alaphilippe na confirmação da sua retirada, agosto de 2026
Jim Cotton
Alaphilippe tomou a decisão de se retirar da mesma forma que vencia corridas — por instinto, não por números. Acordou num estágio de treino, sentiu, e isso foi suficiente.
Manteve essa certeza privada durante meses antes de a confirmar publicamente a 22 de agosto: «Sempre corri por instinto, atacando quando as pernas ardiam, não quando os números me diziam para o fazer. Tomei esta decisão da mesma forma.» O enquadramento que escolheu foi deliberado — não declínio, não arrependimento, mas uma troca limpa: «Dei tudo o que tinha, e o ciclismo deu-me tudo em troca.» Para um corredor que passou 13 anos a recusar correr por folhas de cálculo, afastar-se por sensação é inteiramente coerente.

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