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Kopecky saltou os Mundiais de 2025 na íntegra, invocando fadiga mental e física. O treinador belga Ludwig Willems coloca-a ainda assim como segunda favorita em Montréal, atrás apenas de Demi Vollering — um voto de confiança que diz mais sobre o seu potencial do que qualquer narrativa de regresso.
Uma corredora que abdicou da defesa do arco-íris há um ano não costuma regressar como clara número dois. Mas a forma de Kopecky em 2026 sustenta a hierarquia: uma vitória em Milão-Sanremo em março, mais dois títulos mundiais consecutivos em 2023 e 2024 ainda no currículo. Willems foi direto sobre a ordem — «Demi Vollering é a favorita absoluta, mas Lotte Kopecky pode certamente ser colocada logo abaixo dela» — o que soa menos como consolação e mais como um treinador que fez as contas sobre quem mais está em prova.
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