OpiniãoToursemana passada
Liam Slock assina por Bahrain Victorious como muito mais do que reforço para as Clássicas — Rod Ellingworth descreve-o como um corredor que «traz força a todas as áreas do nosso programa de corridas, desde provas de um dia até corridas por etapas». Uma tentativa em solitário de 40 km na 8.ª etapa do Tour de France, neutralizada a apenas 1,3 km da meta, é o tipo de instinto de fuga que não cabe na descrição de um gregário.
A sua primeira vitória profissional no GP Gippingen conta a mesma história com ainda mais dramatismo: Slock bateu Richard Carapaz e Aleksandr Vlasov ao sprint, caiu enquanto celebrava e ainda assim cortou a meta em primeiro. É um corredor que se compromete, quer a meta seja um sprint ou um ataque em solitário com 40 km ainda por fazer. Junte-se um perfil de contrarrelógio adequado a percursos planos e ondulados, e Bahrain Victorious não está apenas a contratar um ajudante para as Clássicas — está a contratar um corredor que pode contribuir em vários formatos durante duas épocas, reencontrando-se com o antigo colega de Lotto-Intermarché Alec Segaert no processo.
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