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Opiniãohá 2 semanas
Amber Pate em competição na Etapa 1 da Tour of Britain Women 2026 ao lado das colegas de equipa da Liv AlUla Jayco.
Simon Wilkinson/SWpix.com via Dani Ostanek/Cyclingnews
O acidente de Amber Pate em janeiro pode ter-lhe salvado a vida: as análises realizadas para suspeita de fracturas revelaram um pequeno mas maligno tumor no pâncreas, levando a uma pancreatectomia distal de seis horas — e, cinco meses depois, a um regresso às corridas na edição mais exigente da Tour of Britain Women desde o renascimento da prova.
Pate não corria desde Le Samyn em março, antes da cirurgia que removeu o tumor pancreático de crescimento lento. Descreveu a descoberta como «uma sorte extraordinária» — sem o acidente, não havia análise, e sem análise não havia detecção precoce. A Tour of Britain Women 2026 é a edição mais longa e mais exigente até agora, o que a torna um teste rigoroso para um corpo quatro meses após uma operação de seis horas. O seu próprio veredicto: «A semana mais difícil que fiz de longe este ano.»

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