Opiniãohá 3 semanas

Vallières defende o título num velódromo caseiro — e isso não é pressão, é vantagem: já disse que os seus efeitos em casa trazem «bastante mais emoção do que pressão». A pista de Montreal é leve e seletiva — tal como Kigali, onde venceu.
Em 11 meses de camisola arco-íris, Vallières correu Strade Bianche, La Flèche Wallonne, Liège-Bastogne-Liège, Giro d'Italia e Tour de France Femmes — um calendário que não deixa espaço para síndroma do vencedor. Reconhece a pressão do pano, mas formula-a de outro modo: «É uma honra usar este pano, e cada vez que o faço é algo de especial». Agora é favorita numa pista a 90 minutos de Sherbrooke, a sua casa, e o contexto psicológico alinha-se a seu favor.
Sources
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