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Opiniãosemana passada
Yara Kastelijn assinou pela Human Powered Health até 2028, logo após vencer a classificação geral da Vuelta a Burgos Féminas 2026. É o primeiro nome orientado para a geral numa campanha de recrutamento que até agora se tinha construído em torno da velocidade e profundidade em Clássicas—esta é a equipa a montar uma ameaça de corridas por etapas do zero.
Todos os outros reforços de 2027—Marta Lach, Amalie Dideriksen, Letizia Paternoster, Quinty Ton, Sofie van Rooijen—encaixam num perfil de um dia ou sprint; o diretor-geral Ro De Jonckere até afirmou que adicionar corredores rápidos foi deliberado, «é preciso velocidade para ganhar corridas de bicicleta». Kastelijn quebra esse padrão: nove anos na Fenix-Premier Tech, uma vitória de etapa na Tour de France Femmes e agora um título de geral na brutal subida de Lagunas de Neila. De Jonckere enquadrou o ficheiro diretamente: «queremos adicionar corredores que possam genuinamente mudar a forma como corremos»—o que soa menos a profundidade de plantel e mais a uma declaração de intenções para onde esta equipa quer estar em 2028.

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